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O contorno facial é o tipo de ajuste que muita gente não sabe explicar direito, mas sente na hora que vê: a linha da mandíbula fica mais definida, o rosto parece mais “organizado” e o pescoço ganha separação, como se a face voltasse a ter um desenho mais firme. Em São Paulo, o termo jawline virou sinônimo dessa busca por definição mandibular, mas o resultado realmente natural não vem de um único ponto: vem de um plano que respeita anatomia, proporção e expressão.

Na clínica da Dra. Marta Shimizu, no Itaim Bibi, o contorno é planejado para valorizar o que o paciente já tem, com foco em equilíbrio e elegância, sem exageros e sem “rosto de procedimento”.

Recuperação e Manutenção dos Resultados do Contorno

A recuperação depende da técnica utilizada. Em procedimentos injetáveis, pode haver leve inchaço e pequenas marcas temporárias, que costumam melhorar em poucos dias. Em tecnologias, a rotina geralmente é retomada rapidamente, com orientações específicas para cuidados com a pele.

A manutenção também varia: alguns resultados são mais imediatos (estrutura) e outros são progressivos (colágeno e firmeza). A Dra. Marta orienta prazos realistas, acompanhamento e o melhor momento para reavaliação, para manter o contorno bonito sem perder naturalidade.

Perguntas Frequentes sobre Contorno Facial (FAQ)

Não necessariamente. Isso acontece quando há excesso, indicação inadequada ou falta de planejamento. Quando o contorno é bem planejado, o objetivo é definir sem masculinizar ou “quadrar” o rosto, mantendo harmonia com o formato natural do paciente.

A duração depende da técnica utilizada, do metabolismo e do estilo de vida. Em geral, resultados com preenchedores e protocolos de firmeza têm durações diferentes, e a Dra. Marta orienta uma expectativa realista após avaliação e definição do plano.

Pode, mas é essencial entender a causa da papada. Em alguns casos, o contorno melhora a percepção; em outros, é necessário tratar papada e flacidez em conjunto para o resultado aparecer de verdade. A avaliação define a melhor estratégia.

Em muitos casos, sim. Quando indicado, pode ser possível melhorar projeção e proporção com técnicas não cirúrgicas (como preenchimento estrutural), ajudando no perfil e na definição do terço inferior. A indicação depende da anatomia e do objetivo do paciente.