A radiofrequência facial é uma tecnologia muito procurada por quem quer melhorar flacidez leve a moderada, ganhar firmeza e deixar o contorno do rosto mais definido, sem cirurgia e com um tempo de recuperação geralmente curto. Ela trabalha com aquecimento controlado nas camadas mais profundas da pele, estimulando contração das fibras já existentes e favorecendo a produção de novo colágeno ao longo das semanas.
Na clínica da Dra. Marta Shimizu, em São Paulo (Itaim Bibi), a radiofrequência é indicada após avaliação médica, considerando a queixa principal (flacidez, “buldogue”, perda de contorno, textura), o tipo de pele e o objetivo do paciente. O foco é um resultado com aparência natural: pele mais firme, com melhor sustentação, sem mudar os traços.
Para que serve a Radiofrequência Facial?
A radiofrequência é usada como estratégia de lifting térmico, com estímulo de colágeno e melhora progressiva da qualidade da pele. Ela pode ser indicada para quem sente que o rosto perdeu “encaixe” ou que a pele está mais fina e menos resistente.
Quando bem indicada, a radiofrequência pode ajudar em:
- Melhora do tônus e firmeza da pele.
- Redução da aparência de flacidez em regiões específicas.
- Refinamento do contorno facial e da linha mandibular.
- Melhor densidade da pele, com aspecto mais “encorpado”.
A principal vantagem é que o resultado tende a aparecer de forma gradual, acompanhando o tempo do colágeno, ou seja, é um rejuvenescimento que parece acontecer “de dentro para fora”.
Combate à Flacidez (Skin Tightening)
A flacidez facial não é só “pele sobrando”. Ela envolve perda de colágeno, redução de elasticidade e mudanças de sustentação. A radiofrequência atua justamente nesse ponto: ao aquecer de forma controlada, promove contração imediata de fibras e estimula reorganização de colágeno com o passar das semanas.
Isso é especialmente interessante para quem percebe:
- Pele mais “mole” na bochecha.
- Linha do maxilar menos marcada.
- Queda leve do terço médio (“derretimento” discreto).
Melhora do Contorno Facial
Para pacientes que sentem o contorno menos definido, a radiofrequência pode ser uma aliada no plano de melhora do desenho facial. Ela não substitui uma cirurgia quando existe grande excesso de pele, mas pode ser uma ótima opção para casos leves a moderados, principalmente quando combinada com outras estratégias.
O objetivo aqui é deixar a transição entre rosto e mandíbula mais limpa, com aparência mais firme e descansada.
Aumento da densidade e espessura da pele
Com o estímulo de colágeno, a pele tende a ganhar mais “estrutura”. Isso pode refletir em melhor textura, mais resistência e viço, especialmente em peles que parecem finas, marcadas ou com sinais de envelhecimento mais evidentes.
Radiofrequência Monopolar (Oligio X)
Existem diferentes tipos de radiofrequência, e a monopolar é conhecida por atuar de forma mais profunda, com proposta de aquecimento uniforme e estímulo mais robusto de colágeno, dependendo do protocolo e da indicação.
Na clínica, a tecnologia utilizada é a radiofrequência monopolar (Oligio X), indicada para protocolos de firmeza e sustentação. A escolha do equipamento e do plano de aplicação é feita conforme avaliação médica, respeitando a sensibilidade de cada pele e o objetivo do paciente.
Diferença entre Radiofrequência comum e Monopolar Pulsada
De forma simplificada, a diferença costuma estar em como a energia é entregue e em profundidade/controle do aquecimento, o que influencia indicação e resposta. O mais importante é que o tipo de radiofrequência seja escolhido com critério, considerando região tratada, flacidez e expectativas reais.
A avaliação define se o caso pede uma sessão mais intensa, sessões seriadas ou associação com outras técnicas.
Conforto e rapidez na aplicação
A radiofrequência facial é, em geral, um procedimento rápido. A sensação durante a sessão costuma ser de aquecimento e calor controlado, com nível de conforto variando de pessoa para pessoa. A Dra. Marta orienta o que é esperado e ajusta o plano conforme tolerância e segurança.