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A dermatite atópica vai muito além de “pele ressecada”. Ela pode trazer coceira intensa, feridas por escoriação, ardor, manchas e um impacto real no sono, no humor e na rotina. Em muitos casos, as crises vêm em ondas: melhora por um período, depois volta com força quando algum gatilho aparece.

Na consulta, a Dra. Marta Shimizu avalia o padrão das lesões, o histórico das crises, os hábitos de pele e possíveis fatores desencadeantes para construir um plano de controle que faça sentido para cada fase da doença, com foco em aliviar sintomas, recuperar a barreira cutânea e reduzir recaídas.

Por que escolher a Dra. Marta Shimizu para seu tratamento?

A Dra. Marta Shimizu é médica formada pela Faculdade de Medicina da USP (2007), com Residência em Dermatologia pela USP (2011) e especialização em Cirurgia Dermatológica pela USP. Atua há anos com dermatologia clínica e cirúrgica, integra a equipe de Cirurgia Dermatológica do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) desde 2012 e também é médica sênior do Grupo Fleury, na equipe de Dermatologia, desde 2014.

Na consulta, o diferencial está na condução: avaliação minuciosa, foco em diagnóstico bem feito e orientação clara sobre o que realmente muda o quadro, sem “receitas genéricas”. O acompanhamento busca controle consistente, com ajustes conforme a resposta da pele.

Perguntas Frequentes sobre Dermatite Atópica (FAQ)

Não. Dermatite atópica não “passa” de uma pessoa para outra. Ela é uma condição inflamatória associada a predisposição individual e alterações da barreira da pele.

Em muitos casos, ela pode ter fases de melhora longa e até “silenciar” por um tempo, principalmente quando bem controlada. Porém, a tendência inflamatória pode permanecer, e por isso o foco costuma ser controle e prevenção de crises.

Nem sempre. Algumas pessoas podem ter sensibilidades específicas, mas não existe uma regra universal. A avaliação médica ajuda a evitar restrições desnecessárias e a investigar apenas quando há sinais que justificam.

O uso precisa de orientação. Corticoides tópicos podem ser importantes nas crises, mas devem ser usados do jeito certo (produto certo, local certo e por tempo adequado) para manter segurança e eficácia.

Sim. Embora seja comum começar na infância, alguns casos podem surgir ou reaparecer na vida adulta. Por isso, diagnóstico correto é essencial, especialmente para diferenciar de dermatite de contato e outras condições.