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Alopecia é o termo médico usado para descrever queda de cabelo ou perda de fios, e isso pode acontecer por motivos bem diferentes (e com tratamentos totalmente distintos). Em muitos casos, a queda é controlável quando o diagnóstico é feito cedo, com um plano realista e acompanhamento.

Na prática, o que faz diferença é não “chutar” a causa em casa. A avaliação dermatológica, com exame do couro cabeludo e análise do padrão da queda, ajuda a separar fases passageiras (como eflúvio telógeno) de quadros crônicos (como alopecia androgenética) e condições inflamatórias que exigem atenção rápida (como algumas alopecias cicatriciais). 

No consultório, a Dra. Marta Shimizu conduz essa investigação de forma minuciosa, com olhar treinado em dermatologia e cirurgia dermatológica (USP) e com recursos de diagnóstico capilar quando indicados.

Quando procurar um dermatologista especialista em alopecia (sinais de alerta)

Queda de cabelo pode ser normal em alguns períodos, mas existem sinais que pedem avaliação:

  • Falhas redondas surgindo de repente.
  • Recuo frontal progressivo ou queda de sobrancelhas.
  • Queda intensa por semanas, com percepção de perda de volume rápida.
  • Coceira, dor, ardor, descamação intensa ou “sensação de inflamação” no couro cabeludo.
  • Afinamento progressivo com histórico familiar de calvície.
  • Queda após infecção que não melhora com o tempo esperado.

Perguntas Frequentes sobre alopecia (FAQ)

As dúvidas sobre queda de cabelo são muito comuns, e respostas claras ajudam a reduzir a ansiedade e evitar condutas erradas.

Muitas vezes, sim. Mas a reversibilidade depende de controlar o gatilho e checar se não há outro tipo de alopecia associado. A avaliação ajuda a definir o cenário com mais segurança.

Varia bastante. Em geral, a queda pode durar semanas a alguns meses, mas o tempo depende da intensidade do gatilho e de fatores individuais. Quando se prolonga ou piora, vale investigar causas associadas.

Com frequência, há melhora gradual ao longo dos meses. Se a queda for muito intensa, persistente ou houver sinais de afinamento progressivo, a avaliação dermatológica é importante para descartar outras causas.

Não necessariamente. O banho costuma “revelar” fios que já iriam cair naquele ciclo, principalmente em fases de eflúvio. O que importa é o padrão de queda ao longo das semanas, e não só o que aparece no ralo.

A suplementação só tende a ajudar quando existe deficiência. Por isso, o ideal é orientar pelo diagnóstico e, quando indicado, por exames, evitando “combos” sem necessidade.

O eflúvio telógeno, por si só, costuma ser temporário. O que pode acontecer é ele “expor” uma alopecia androgenética já existente. Por isso, diferenciar os quadros é essencial.

Alopecia areata tende a formar falhas mais delimitadas, enquanto o eflúvio é difuso. A tricoscopia e o exame clínico ajudam a fechar o diagnóstico com mais precisão.

Não. Ela é indicada quando acrescenta informação relevante para o diagnóstico e acompanhamento. Em muitos quadros, a história clínica e o exame já direcionam bem a conduta, e a tricoscopia entra como complemento quando faz sentido.