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O tratamento de olheiras em São Paulo é uma das buscas mais comuns de quem se olha no espelho e sente que o rosto está sempre com “cara de cansado”, mesmo dormindo bem. E aqui vai um ponto que muda tudo: olheira não é uma coisa só.

Existem olheiras profundas (de sulco), olheiras escuras (pigmentares), olheiras arroxeadas (vasculares) e olheiras associadas à flacidez, e cada uma pede uma estratégia diferente.Na clínica da Dra. Marta Shimizu, no Itaim Bibi, o tratamento começa pela parte mais importante: diagnóstico médico correto. É isso que evita frustração (e procedimentos errados), porque a melhora real da olheira depende de entender qual é a causa predominante e como a região responde.

Recuperação e Cuidados Pós-Tratamento de olheiras

A recuperação varia conforme o protocolo escolhido. Em geral, pode haver sensibilidade local, leve inchaço e pequenas marcas temporárias, dependendo do tipo de tratamento e da resposta individual. A Dra. Marta orienta o que é esperado e quais cuidados ajudam a deixar o pós mais tranquilo.

Retorno rápido à rotina social

Muitos pacientes voltam rapidamente para a rotina, mas o tempo depende do tratamento e do organismo. Quem tem um compromisso importante deve alinhar isso na consulta para planejar o melhor momento do procedimento.

Cuidados com sol e skincare clareador

Sol e rotina de cuidados fazem diferença no resultado, principalmente quando existe componente pigmentário. A Dra. Marta orienta fotoproteção e hábitos de skincare conforme o caso, para manter a melhora e evitar pioras.

Perguntas Frequentes sobre Olheiras (FAQ)

Geralmente não é “definitivo” porque olheira pode estar ligada a fatores contínuos (anatomia, genética, qualidade de pele, rotina, vascularização). Mas é possível ter melhora importante e manter com acompanhamento e cuidados adequados.

A região é delicada e exige técnica e indicação corretas. Por isso, o preenchimento só deve ser feito após avaliação e com planejamento cuidadoso. A Dra. Marta orienta o que faz sentido em cada caso, priorizando segurança.

Depende da causa predominante. Olheira roxa costuma ter componente vascular, mas pode coexistir com sulco e pele fina. A avaliação define o melhor protocolo para o tipo de olheira e o fototipo do paciente.

Varia conforme o tipo de laser, o tipo de olheira e a resposta da pele. A Dra. Marta define uma expectativa realista após avaliar a região e entender o objetivo do paciente.