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A rosácea costuma ser uma daquelas condições que mexem com a autoestima no detalhe do dia a dia: o rosto fica mais vermelho “do nada”, a pele queima, aparecem vasinhos no nariz e nas bochechas e, em alguns casos, surgem pápulas (carocinhos) que lembram acne. 

Além de ser uma condição crônica e inflamatória, ela tem um componente vascular importante, por isso, quando o objetivo é controlar vermelhidão difusa e vasinhos aparentes (telangiectasias), o laser para rosácea e tecnologias de luz entram como aliados relevantes no plano de tratamento.

Na clínica da Dra. Marta Shimizu, em São Paulo (Itaim Bibi), o tratamento é indicado de forma individualizada, respeitando a sensibilidade da pele e o tipo de rosácea (mais vascular, mais inflamatória ou mista). A proposta é melhorar o tom do rosto e reduzir os vasos visíveis com segurança, além de orientar cuidados de manutenção para manter a pele estável no longo prazo.

Por que tratar a Rosácea com a Dra. Marta Shimizu?

Pele com rosácea não é “pele qualquer”. Ela precisa de diagnóstico, plano e mãos cuidadosas. O diferencial está em ajustar tecnologia, potência e estratégia à realidade do paciente, e não encaixar todo mundo no mesmo protocolo.

A Dra. Marta Shimizu conduz a avaliação considerando sensibilidade, histórico de crises, tipo de vaso e objetivos reais, com foco em melhora visível do tom e do conforto, sem prometer cura definitiva e mantendo o tratamento dentro de um plano seguro e sustentado.

Perguntas Frequentes sobre Laser para Rosácea (FAQ)

Não. Rosácea é crônica e não tem “cura definitiva” garantida. O laser ajuda a controlar sinais como vermelhidão e vasinhos, mas o tratamento completo envolve rotina de cuidados, controle de gatilhos e, quando indicado, acompanhamento com terapias complementares.

A sensação varia: pode haver desconforto leve e sensação de calor durante os disparos. Em geral, protocolos são ajustados para peles sensíveis. A Dra. Marta orienta o que esperar e adota medidas de conforto conforme necessidade.

Depende do grau de vermelhidão, quantidade de vasos, fototipo e resposta individual. O mais comum é indicar um número de sessões seriadas, com reavaliação ao longo do tratamento.

Depende. Em crise importante, com pele muito reativa, a prioridade costuma ser estabilizar a barreira e controlar inflamação antes de avançar com tecnologia. A avaliação define o timing mais seguro.

Pode acontecer em alguns casos, principalmente quando se trata vasos mais evidentes, mas não é uma regra. Protocolos bem ajustados buscam minimizar risco de marcas e tempo de recuperação. A orientação pós-procedimento é essencial para proteger a pele e sustentar o resultado.